Transporte internacional entre a Suíça francófona e Portugal, incluindo a região do Porto, gerido de ponta a ponta.

Para além da sua especialização na Espanha, a Suissetrans INT serve também Portugal, com entregas até à região do Porto. É dado o mesmo cuidado a cada envio: avaliação do volume, embalagem se necessário, carga e transporte até à morada de destino.
Para as famílias portuguesas instaladas na Suíça francófona, este trajeto permite enviar mobiliário, caixas e bens pessoais sem passar por vários intermediários.
As viagens entre a Suíça francófona e Portugal não são só mudanças definitivas: são também uma casa de família para mobilar no Minho, um regresso ao fim de anos de trabalho, ou um quarto de estudante para instalar em Lisboa. A Suissetrans INT trata todos estes casos da mesma maneira: um volume bem calculado, uma carga bem presa e uma fronteira aduaneira para atravessar.
Tudo começa no volume. Um estúdio mobilado são alguns metros cúbicos; um apartamento de quatro assoalhadas com arrecadação conta-se às dezenas. É esse volume que determina o espaço reservado no camião e, por consequência, o preço. Estima-se a partir de uma lista dos móveis principais e do número aproximado de caixas, com fotografias enviadas por WhatsApp ou, tratando-se de uma casa inteira, com uma visita ou uma videochamada.
Dois fatores pesam tanto como o volume: os acessos e as peças fora de medida. Um quarto andar sem elevador, uma rua onde o camião não pode parar à porta, um sofá de canto que não passa nas escadas. São estas condições, e não os quilómetros, que fazem demorar a carga. Vale a pena dizê-lo ao pedir orçamento, e não descobri-lo no próprio dia.
O trajeto para Portugal é dos mais longos: os bens aguentam vários dias de vibração. Os móveis envernizados e os tampos de mesa são protegidos com mantas acolchoadas, os cantos reforçados e as gavetas imobilizadas com película aderente. A loiça viaja em caixas com divisórias, com os pratos ao alto e nunca empilhados na horizontal. Cada caixa é marcada com o nome da divisão de destino, e não da divisão de origem: é isso que torna a descarga rápida à chegada.
De Lucens, a estrada desce ao sudoeste francês, entra em Espanha por Irún e atravessa Castela em direção a Burgos e Salamanca antes de chegar a Portugal. Conforme o destino — Porto e o norte, Braga e o Minho, Lisboa ou o Algarve — a viagem pode combinar-se com paragens na Galiza, que fica no mesmo eixo que o norte do país.
A entrega é feita na morada indicada, em mão. Os móveis desmontados à partida voltam a ser montados se assim tiver sido combinado, e as caixas ficam na divisão inscrita na sua marcação. É também o momento de verificar o estado das peças mais sensíveis com quem recebe.
A grupagem reparte o camião por vários envios no mesmo eixo: é a solução para alguns metros cúbicos — o mobiliário de um quarto, o conteúdo de um estúdio, um lote de caixas para a casa de família. A data de chegada depende então da rota organizada.
O camião dedicado transporta apenas os seus bens, com data de entrega fixada à partida. Impõe-se para uma casa completa ou quando a entrega de chaves não deixa folga. A diferença de preço está nessa exclusividade, não no cuidado com que se trabalha.
Uma mudança Suíça–Portugal atravessa uma fronteira aduaneira, nos dois sentidos. É por isso necessária uma declaração de exportação do lado suíço e formalidades de importação do lado português, além de um inventário dos bens transportados — a lista de conteúdo — e, conforme os casos, comprovativos de morada.
O quadro europeu prevê um regime específico para os bens pessoais no âmbito de uma transferência de residência normal a partir de um país terceiro, sujeito a condições de posse, de residência e de prazo. Quem as aprecia é a administração do país de chegada: do lado português, a Autoridade Tributária e Aduaneira; do lado suíço, o Serviço Federal das Alfândegas e da Segurança das Fronteiras. Nós preparamos o processo de transporte e indicamos os documentos habitualmente pedidos, sem substituir estas administrações.
O sentido Portugal–Suíça organiza-se nas mesmas condições, para um regresso, um envio de encomendas ou o transporte de um veículo.
Depende da solução escolhida e da região. Em camião dedicado, a viagem é direta e a data de entrega fica fixada à partida. Em grupagem, a chegada segue a rota organizada no eixo, que serve várias moradas. O norte do país e o Algarve também não ficam à mesma distância. Indique a cidade de destino e o volume para receber uma estimativa útil.
Sim — é aliás o pedido mais frequente neste eixo: equipar aos poucos uma casa de família, enviar o mobiliário de um quarto, fazer seguir um lote de caixas. A grupagem existe precisamente para isso: paga-se o volume ocupado, não o camião inteiro.
Um envio proveniente da Suíça entra no território aduaneiro da União Europeia e é por isso objeto de formalidades de importação. O quadro europeu prevê um regime específico para os bens pessoais numa transferência de residência, sujeito a condições. Quem as aprecia é a Autoridade Tributária e Aduaneira. Indicamos-lhe os documentos habitualmente necessários, a começar por um inventário detalhado.
Sim. Boa parte das entregas é feita justamente fora dos grandes centros, em aldeias do Minho, de Trás-os-Montes ou do centro do país. O que é preciso verificar é o acesso: largura da rua, possibilidade de estacionar o camião perto e distância a percorrer com a carga. Uma fotografia da rua resolve muitas vezes a questão antecipadamente.
Convém dizê-lo logo na organização da viagem. O mais simples é que um familiar receba, com o inventário na mão. Caso contrário, a data pode ser ajustada em função da rota, mas isso prepara-se com antecedência e não na véspera.
Descreva o seu projeto: receberá um orçamento rápido.